14 de março de 2010

Continuidade

Sou o homem de quem as vezes digo nessas palavras pouco impensadas. Quem compreende uma análise dos sentidos da mente pelo coração, sabe como interpretar a contrariedade que isto me mostra; não direi de razões da mesma, entretanto se viverá dela nas próximas linhas dessas noites. Ainda não consigo entender o que me levou à escrever essas auto- histórias, dos meus momentos mais fechados. Os que estão ao meu lado não entenderiam nem se eu soubesse dizer; todavia não entenderão. Mas eu me sinto gasto, sendo esse o único movimento possível ao meu alcance. Parece-me uma boa idéia evocar o que de mim se prende, antes mesmo o dissesse de outra forma entendida. Encerro aqui este começo; ressalto que não é o fim de um prefácio. 


Victor Silveira do Carmo

1 Reações:

Bruno Batiston disse...

Quanto vai e volta! Fiquei tonto, mas gostei.
E é, tenho o péssimo costume de elogiar fazendo parecer que é crítica ruim. Não é, é elogio mesmo! :)

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