21 de agosto de 2011
Remédio e Mar
13 de agosto de 2011
Insônia Reflexiva
Fotografia Minha, veja mais em www.flickr.com/vitinbinho |
1 de junho de 2010
Sumido

"Pra mim, o tudo se encontra nas extremidades. Vejo as coisas de uma forma exagerada. Não sei sentir em doses homeopáticas. Gosto do muito, do tudo, da certeza. Amo o frio e durante a noite, tudo é mais bonito. Acredito em palavras, me apaixono por elas mesmo sabendo que uma atitude vale mais. Sou assim, as vezes bem clichê: o que não me mata, me deixa mais forte."
7 de maio de 2010
Nota

27 de abril de 2010
Marcas do Passado
10 de abril de 2010
Introdução de um passado constante
26 de março de 2010
Passos de um outono
17 de março de 2010
O passado presente
3 de março de 2010
Chuva

26 de fevereiro de 2010
Abro os meus olhos
20 de fevereiro de 2010
Viabilidade
11 de fevereiro de 2010
Lados
pra querer
Entender
O amor
4 de fevereiro de 2010
Estimulo
2 de fevereiro de 2010
Sensações

27 de janeiro de 2010
Habitual
Ter um motivo, que não me fizesse cansar.
Assim como os dias que já passei aqui
Envergonha-me as minhas impossibilidades
Conscientes e conseqüentes.
As mágoas desse meu jeito de olhar.
Porventura nunca estive pronto para isso.
Enganar-me ao pensar que conheço cada pedaço meu.
Descubro que eu gosto do meu verdadeiro jeito de ser
Os pedaços de todo este que me tornei
Eu nunca saberia o tamanho se não fosse igual
E não vejo nem um pedaço de mim longe desse motivo
Descuido, por ser demais
Por ser escasso, do que às vezes se precisa.
O meu rosto se descobre, e mostra toda conseqüência
Não sou capaz de segurar a máscara da piedade.
A necessidade do grande esforço me segura.
Talvez eu jamais vá dizer
Eu jamais vou alcançar
É tudo tão antigo
É tudo tão velho
Tão gasto
Habitual
Victor Silveira do Carmo
22 de janeiro de 2010
Outras Palavras

As palavras exercem um imenso poder de transcendência sobre mim. Eu me torno alguém que anda por ai em busca delas, fazendo disso uma das minhas razões; e por mais que a esperança seja minha base, a tristeza é quase a certeza dessa busca. Mas sempre vão viver em mim, por mais que jamais sejam audíveis as minhas palavras, encontrando o vento ao saírem da minha boca. Eu guardo em mim, são valiosas, são minhas, por mais que a inspiração não tenha vindo de mim mesmo, e não tenha recebido o que era suficiente.
Victor Silveira do Carmo
A mudança das cores

O movimento vem em minha direção e não me deixa mais ficar parado, cores vivas formas conteúdos estão sendo essências na minha frente e isso vai me satisfazendo. Eu queria estar num lugar diferente, mas não estou. Se acharem que eu enlouqueci, pergunte pra mim e eu só vou poder dizer que está tudo bem. Estou igual vivendo o inverso das minhas escolhas aparentes. Posso ver a beleza do todo como parte do total, por mais que se torne banal, e eu até me sinta mal; as cores que eu vejo são o que me diz para continuar. É necessário revelar o que ninguém sabe; jogar tudo num mar aberto de ilusão e ver as ondas acertarem o que eu planejava viver, um sentimento forte que não depende da sorte e nem daquilo que eu sou, mas sim do que me tornei. Hoje meu pensamento se liga nessa idéia mostrar a verdade que me parece por outros meios que não da perceber, mas jamais esquecer.